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Tópico
de muitas controvérsias na ciência, o adubo ainda é a forma mais rentável de se
aproximar do produtor rural para ganhar dinheiro, depois da gasolina.
A
interferência de complexos organometálicos quelatizados é bastante estudado
pelo agronegócio. Os cientistas predizem, para as plantas, a existência de um Sistema
Biológico que dita o padrão de crescimento utilizando as
proteínas criadas dos aminoácidos oriundos do amido que veio da utilização do
gás carbônico, água e oxigênio.
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Desenho esquemático
para a fotossíntese .
fonte Twitter
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De
fato, existem influências de energia de minerais nas lamelas das células, tanto
extra célula quanto intracelular, fazendo com que estes complexos moleculares
quelatizados de minerais como o Ferro, Molibdênio, Cobalto, Manganês, Magnésio,
Cobre, Zinco, Fósforo e outros macro e microminerais dos adubos, liberem ou
absorvam energia dentro das plantas para prover o desenvolvimento vegetal.
A
ciência vem mostrando os caminhos que provam a existência da eficiência
fotossintética e, também, os inúmeros ciclos energéticos nos vegetais,
inclusive os mais importantes como é o Ciclo de Kreb’s.
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Milho Caiçara - broto
da folha é cinco vezes
mais ácido que a folha
adulta.
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Ao
que parece esta “interferência” induz certos “comandos” como, por exemplo, o crescimento, quando a planta
é recém-nascida, onde o broto da folha é cerca de 5X
mais ácido que a folha adulta. As plantas sabem quando dar flor na sua
adolescência e quando adultas na concepção, nos dão frutos e sementes para
perpetuar a sua espécie através destes comandos e que são chamados de comandos
fitocromáticos e dependem dos fatores climáticos de nosso mundo.
Assim, tudo caminha deste jeito natural aqui na Terra. Tanto que em sua
evolução histórica sobre o planeta a maioria dos vegetais, ou seres
fotossintéticos, parecem ter uma espécie de massa pensante que age com bastante
energia e determinação para competir e largar na frente na corrida pela
sobrevivência ante o caos ambiental criado pelo homem para produzir, por
exemplo, super colheitas.
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Esta imagem é de uma plantação de milho
em Epitaciolândia - Acre.
A foto pertence a Wesley Cardoso
Arquivo pessoal.
Dados extraídos do Globo.com / G1.
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Embora
a literatura diga que a concentração normal de minerais na planta está na ordem
de 5% eles não se degradam e estão em
constante movimento fotoquímico, onde os glúons se misturam em cores como um
bom confeiteiro quântico suprindo as camadas eletrônicas com liberação ou
absorção de fótons de energia. E assim, tudo
fica colorido no planeta.
Os
complexos organometálicos são participantes ativos no fornecimento de energia.
Eles absorvem ou emitem esta força por fotoquímica derivada dos glúons dos
átomos. Esta interferência é o acionador para a formação das proteínas nas
plantas.
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Pequeno experimento com milho caiçara
em Área de Manancial -
note o alto desempenho das plantas
tratadas com o Potencializador
do Crescimento Vegetal - MANYA.
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Esta
proteção criada artificialmente em ambiente natural é como um guarda-chuva químico
para a planta que a resguarda da onda nociva degenerativa da forte radiação
ultravioleta.
Na
realidade, neste pequeno experimento quase empírico, eu queria que o milho
tivesse a capacidade de suportar a heliose aumentando a capacidade proteica das
folhas, ou seja, deixá-las mais emborrachadas.
Na
predominância de foto-oxidação excessiva as plantas não conseguem produzir bastante
“telas solares” de proteção para “varrer” uma quantidade maior de radicais
livres que a forte radiação produz. As folhas, então, simplesmente, secam pelas
pontas sob a ação do Sol.
No
caso do milho caiçara do experimento, ele simplesmente se adaptou às dosagens
de um Potencializador do Crescimento Vegetal,
reduzindo a concentração de gás carbônico inexplicavelmente, lançando mais
enzimas catalizadoras da reação de escuro e deixando a planta com fome por
falta de carboidratos, obrigando-a a lançar mais raízes ao solo em busca de
alimento.
Ao
que parece, teoricamente, o fitocromo enviou um comando matemático errado para
a formação de amido, pois quando a noite chega ocorre a reação do escuro na
planta em detrimento do gás carbônico, água e oxigênio, para suprir o seu
crescimento durante o dia.
A
planta produz amido e o estoca para usar durante o dia. Ela usa o seu
raciocínio matemático para calcular quanto de amido vai estocar para usá-lo
durante o dia em detrimento do fotoperiodismo encontrado, ou seja, se o dia
dura sete horas ou doze horas. Ela precisa estocar seu alimento para poder
crescer e sobreviver.
Se
ela recebe mais radiação infravermelha durante o dia e menos ultravioleta ela
passa a estocar menos amido para a compensada vida diurna. Isto porque a folha
criou mais telas solares, ficando mais emborrachada, para se proteger da
radiação ardente do Sol perdendo alimento, ou seja, a formação bioquímica do
amido.
Resumindo,
este erro do químico e matemático da planta induziu nos brotos das folhas do
milho um marcante sabor diferente, porque este efeito deixou mais emborrachada,
ou seja, mais ricas em telas-solares, ou guarda-chuvas químicos, os brotos do
milho caiçara.
Isto
para a lagarta cartucho foi ruim. Ela não gostou do que comeu no almoço.
Foi
surpresa para mim que o paladar da lagarta cartucho tenha mudado em seu cardápio
diário.
O
que se sabe é que a lagarta cartucho procurou um outro restaurante mais
orgânico para se alimentar, conforme as imagens atestam.
Taking care of the earth looking up.





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