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MILHO bom pra cavalo!


Para começar, a nutrição equina é importante e deve ser ajustada com dieta equilibrada conforme o nível de atividade, para manter a saúde e o desempenho dos cavalos.

Porque o milho tem que ser “bom pra cavalo”?

Eu fiz esta pergunta simples para a Inteligência Artificial e o que obtive não me convenceu totalmente. Você pode fazer a mesma pergunta e tirar suas próprias conclusões.

Veja, o milho é considerado um bom alimento porque fornece bastante energia. Para o equino é um bom “Petisco” porque tem importantes elementos que nutrem o seu metabolismo. É um “Prato Cheio” rico em carboidratos, especialmente amido que é bom para cavalos que trabalham na lavoura, fazem esporte (e porque não?) ou para cavalos de competição.

Quando você está com uma espiga de milho na mão, o cavalo enxerga de longe. Gostam tanto de roer quanto cenoura ou maçã. Isso facilita uma boa dieta pelo sabor apesar de que o milho cru ou inteiro é de difícil digestão.

E assim, como todo bom moço da estrebaria, ou cavalariço deve-se ter conhecimento básico sobre os nutrientes essenciais, além das vitaminas e minerais que apoiam as diversas funções para a saúde do animal. Deve ter uma pequena noção dos riscos e dos cuidados pois o excesso de carboidratos, por exemplo, pode desencadear distúrbios e aumentar o risco de Laminite (Inflamação dolorosa nos cascos). Quem conhece o trabalho sabe que um pouco, moído, é bom. Contudo na forma de silagem deve ter cuidado redobrado quanto a fungos e bactérias. Portanto só dê milho de boa qualidade para evitar intoxicação. A acidez e a umidade são fatores que podem dar desconforto intestinal e gases. A silagem deve estar bem fermentada antes de servir como alimento. camposoberano.com A silagem fresca não é aconselhável. univittasaudeanimal.com.br


🌽 E vamos ao campo, ver como se comporta o milho X outros alimentos:

Neste jogo temos uma tabela de quem pode ser o campeão deste torneio:

Alimento

Energia

Fibra

Risco de laminite

Palatabilidade

Uso ideal

Milho

Muito alta

Média

Alto se em excesso

Alta

Cavalos de esporte/trabalho

Aveia

Alta

Alta

Moderado

Alta

Dieta equilibrada, digestão fácil

Feno de grama

Baixa

Muito alta

Baixo

Média

Base da dieta, segurança digestiva

Silagem de sorgo

Média

Média

Moderado

Média

Alternativa em escassez de milho

 


Recomendações práticas

  • Introduzir o milho gradualmente na dieta, nunca de forma brusca.
  • Usar quantidades moderadas, sempre combinadas com volumosos (feno, pasto).
  • Preferir silagem bem fermentada ou grão processado para melhor digestibilidade.
  • Monitorar sinais de desconforto digestivo ou problemas nos cascos.
  • Consultar um veterinário ou zootecnista para ajustar a dieta conforme o tipo de atividade do cavalo.

A Inteligência Artificial fez para mim uma dieta balanceada para cavalos em descanso, veja:

exemplo de dieta para um cavalo em descanso ou manutenção (500 kg, sem atividade intensa), reduzindo o milho e equilibrando melhor a energia para evitar ganho excessivo de peso ou problemas metabólicos.


🌾 Exemplo de dieta diária (manutenção)

Volumosos (base da dieta)

  • Feno de capim tifton ou coast-cross: 7–8 kg/dia
  • Silagem de milho bem fermentada: 2–3 kg/dia (quantidade menor que no cavalo esportivo)

Concentrados (energia e proteína)

  • Milho moído ou laminado: 1–1,5 kg/dia (reduzido para evitar excesso de energia)
  • Farelo de soja: 0,5 kg/dia
  • Farelo de trigo ou polpa cítrica: 0,5 kg/dia

Suplementação

  • Sal mineral para equinos: à vontade
  • Suplemento vitamínico-mineral: conforme recomendação do fabricante
  • Água fresca e limpa: sempre disponível

📊 Distribuição ao longo do dia

  • Manhã: metade do feno + 1 kg de concentrado (incluindo milho)
  • Tarde: silagem + feno
  • Noite: restante do feno + 0,5 kg de concentrado

⚠️ Observações

  • O milho continua presente, mas em quantidade menor, apenas para manter energia básica.
  • O foco passa a ser o volumoso (feno e silagem), que garante saciedade e saúde digestiva.
  • Essa dieta ajuda a manter o cavalo em condição corporal estável, sem engordar demais.
  • Sempre ajustar conforme o peso, idade e metabolismo individual do animal.

👉 Em resumo: o milho é excelente para fornecer energia e complementar a dieta dos cavalos, mas deve ser usado com técnica e moderação para evitar riscos à saúde.

Fique sempre perto de um bom veterinário(a).

Bom, agora que contei um pouco do uso do milho, vamos à sua produção começando com o  solo e adubação.

Tópico de muitas controvérsias na ciência, o adubo ainda é a forma mais rentável de se aproximar do produtor rural para ganhar dinheiro, depois da ⛽. Apesar do milho responder imediatamente ao crescimento logo após o seu plantio, as condições do solo e o manejo é uma importante combinação. A adubação orgânica (como Húmus ou esterco como é usado em certos lugares do sul do Brasil) acrescido de fertilizante N.P.K tende a melhorar as condições de produtividade não só do solo, mas da sua sustentabilidade.

A interferência de complexos organometálicos quelatizados, ou não, nas folhas prediz que existe um Sistema Biológico o qual dita o padrão de utilização de proteínas. Logo existem influências de minerais nas lamelas das células, tanto extra celular, quanto intracelular. Isto faz com que estes complexos moleculares quelatizados de minerais como o Ferro, Molibdênio, Cobalto, Manganês, Magnésio, e outros macro e micro minerais dos adubos, liberem ou absorvam       dentro das      .

 

A ciência vem mostrando os caminhos que prova toda a cadeia da eficiência fotossintética e, também, os inúmeros ciclos energéticos nos vegetais. Ao que parece esta “interferência” induzem certos “comandos” como o crescimento, quando a  planta é recém-nascida, onde o broto do vegetal é cerca de 5X mais ácido que o teor existente na planta adulta. A  planta sabe quando florir na sua adolescência e quando adultas na concepção, nos dão frutos e semente para perpetuar a sua espécie através destes comandos.

Ao que parece, tudo caminha deste jeito natural. Tanto que em sua evolução histórica um vegetal parece ter um cérebro que pensa com bastante determinação para competir e largar na frente para sobreviver ante o caos ambiental criado pelo homem, dando supersafras.

 

Embora a literatura diga que a concentração normal de minerais na planta está na ordem de 5% estes minerais não se gastam ou se degradam na natureza e estão em constante movimento fotoquímico, onde os glúons se misturam em cores como um bom confeiteiro quântico suprindo as camadas eletrônicas de energia.

Os complexos são participantes ativos no fornecimento de energia. Eles absorvem ou emitem esta energia por fotoquímica derivada dos glúons dos átomos. Esta interferência é o acionador para a formação das proteínas na planta .

Estes conceitos me motivaram a usar destes artificiosos complexos organometálicos e eles foram de fundamental importância na contenção, por exemplo, de ataque por lagartas cartucho em milho caiçara desenvolvido em um experimento pequeno de campo, localizado na Área de Manancial (Piraquara, Paraná) em (outubro/2019).


O principal objetivo do experimento foi o de deixar a planta com uma capacidade proteica mais acentuada no sentido de protegê-la contra a radiação solar.

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Na predominância de foto-oxidação excessiva a planta não consegue produzir “telas solares” de proteção para “varrer” uma quantidade maior de radicais livres que a forte radiação produz e a planta, então, simplesmente, seca pelas pontas sob a ação do Sol.

No caso do milho caiçara do experimento, ele simplesmente se adaptou às dosagens de um Potencializador do Crescimento Vegetal, reduzindo a concentração de gás carbônico inexplicavelmente lançando mais enzimas catalizadoras da reação de escuro e deixando a planta com fome por falta de carboidratos obrigando-a a lançar mais raízes ao solo.

Ao que parece, teoricamente, o fitocromo enviou um comando matemático errado para a formação de amido na reação do escuro em detrimento do gás carbônico, água e oxigênio, por influência de mais radiação infravermelha emanada durante o dia. Isto porque a folha criou mais telas solares, ficando mais emborrachada, para se proteger da radiação ardente do        em detrimento de menos alimento, ou seja, da formação bioquímica do amido.

Resumindo, este erro  matemático da planta, lançou um marcante sabor diferente para a lagarta cartucho que não gostou do que comeu de almoço.

Foi surpresa para mim que o paladar da lagarta cartucho mudou, ou foi o cardápio.

O que se sabe é que a lagarta cartucho procurou um outro restaurante mais orgânico para se alimentar.

Conforme foi se estudando View of Water-soluble complex in the formation of rootstock seedlings of Rangpur o comportamento do potencializador do crescimento vegetal Aplicação em cobertura de complexo hidrossolúvel na formação de mudas de maracujazeiro-azedo | Científica

 encontrou-se novos paradigmas para nutrientes Complexo de elementos minerais hidrossolúvel na adubação de mudas de mamoeiro ‘Formosa’ | Scientia Agraria Paranaensis principais, como o Nitrogênio (N), Fósforo (P) e o Potássio (K) que são os mais demandados para uma boa produção de milho, desde que o solo estivesse bem cuidado para a plantação, a variedade correta para cada clima de região. Assim, optou-se em desenvolver um experimento no norte do Paraná, na região da cidade de Maringá com a intenção de provar a eficiência do Potencializador do Crescimento Vegetal com o apoio da       comparado à adubação convencional. Contudo a FEITEP - Maringá exigiu para fazer o experimento o uso de Ureia por achar que a planta necessita de alta dosagem de Nitrogênio (N) como sendo essencial para o crescimento vegetativo e formação de grãos.


🌱 Solo e exigências nutricionais do milho

  • Nutrientes principais: Nitrogênio (N), fósforo (P) e potássio (K) são os mais demandados.
  • Exigência alta de N: Essencial para crescimento vegetativo e formação de grãos.
  • Fósforo (P): Importante para enraizamento e desenvolvimento inicial.
  • Potássio (K): Fundamental para enchimento de grãos e resistência a estresses.
  • Correção do solo: O milho exige pH próximo de 5,5–6,5; solos ácidos devem ser corrigidos com calcário.

🌾 Estratégias de adubação

1. Mineral (NPK e fosfatados)

  • Aplicação de NPK aumenta diâmetro do caule e altura da planta nos primeiros 20 dias após germinação.
  • Fosfatados como MAP (11-52-0) ou fórmulas 7-30-0 são comuns; aplicação em linha favorece absorção inicial.
  • Em experimentos, adubação mineral isolada mostrou ganhos em altura e vigor, mas menor sustentabilidade. repositorio.ifpe.edu.br bing.com

2. Orgânica (húmus, esterco, compostos)

  • Esterco bovino e húmus melhoram a qualidade microbiológica e bioquímica do solo, aumentando a atividade enzimática e a retenção de nutrientes.
  • Leguminosas como feijão guandu ou feijão-de-macassar fixam nitrogênio atmosférico e reduzem dependência de adubos químicos. agris.fao.org

3. Organomineral (combinação)


📊 Comparação de estratégias

Tipo de adubação

Vantagens

Limitações

Mineral (NPK, MAP)

Rápida resposta, maior altura inicial

Alto custo, impacto ambiental

Orgânica (húmus, esterco, leguminosas)

Melhora solo, sustentabilidade, microbiota

Liberação lenta, menor resposta inicial

Organomineral (mistura)

Maior produtividade, equilíbrio entre solo e planta

Requer manejo adequado, disponibilidade de insumos


⚠️ Pontos críticos e recomendações

  • Planejar adubação com base na análise de solo: evita desperdício e garante eficiência.
  • Nitrogênio parcelado: aplicar em cobertura (30–40 dias após emergência) aumenta aproveitamento.
  • Integração orgânica + mineral: recomendada para sistemas sustentáveis, pois melhora produtividade sem degradar o solo.
  • Rotação com leguminosas: reduz custos e aumenta fertilidade natural.

👉 Em resumo: o milho se desenvolve melhor em solos corrigidos e férteis, com adubação equilibrada entre fontes minerais e orgânicas. A prática organomineral é a mais indicada para unir produtividade e sustentabilidade.

Conforme foi se desenvolvendo a pesquisa o experimento de FETIEP em Maringa - Pr, conseguiu-se um resultado satisfatório para a produção de milho sem uso de adubação química em um experimento conjunto com a Meregefert – Agricultura Regenerativa, Fertilizantes | MEREGEFERT | Paraná com resultados satisfatórios que não foram publicados. 

Veja o gráfico para comparar as vantagens e a economia poderá ser calculada



 

 

 


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